Há quem encare uma eleição com desespero e paixão. No passado talvez me sentisse assim. Hoje não. Encaro uma eleição de classe como jogos de interesses politicos onde os ideais não prevalecem. Depois de compreender que nossa sinceridade nem sempre é bem interpretada e que nem sempre a amizade é cultivada , não posso me sentir decepcionada. É algo assim, tipo sentir-nos vaidosos por vencer uma eleição. Mas para mim, malgrado algumas situações ridículas de uma oposição, vejo que não vale a pena gastar energias com ódios e rancores por uma disputa por vaidade. A paz e a quietude de exercer livrememente uma profissão , por si, já encanta o coração. Portanto vamos torcer que o melhor possa suceder para todos nós.
Fora as eleições , retorno ao meu lar, onde tantos personagens estão envolvidos por diferentes problemas. Problemas de amor. Ainda os filhos , meus meninos. O foco hoje é o mais velho: Arrasado, decepcionado, sofrido e ainda muito,muito apaixonado por quem não lhe dá valor. É isso que dá criar um filho todo certinho, todo cheio de romantismo... Eu criei um príncipe, no sentido daquele homem que toda mulher gostaria de ter ao seu lado. O problemas das mulheres é que elas não querem mais amor e cabana. Querem dinheiro, posição social, presentes caros.... Isto é, aquelas mulheres que não sabem o que é o amor. Então o que fazer? Apelar para que Vênus, a Deusa do amor, compadeça-se e mande Cupido trazer urgentemente alguém que possa amenizar as frustrações de amor?

(Senhora B. 16/11/2009 - 23:21hs)
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