
Lá fora a noite já surgiu, com brisa fria, noite profunda, nuvens no céu a encobrir a lua que teimava em despontar radiosa. Um quadro perfeito. Faltava o banco e o jardim para completar a cena romântica.
Eu só. Eu admirando o horizonte infinito, a luz distante do avião que planava ao alto do céu matizado de um azul petróleo .
Olhei ao redor. Vi luzes, vi casas estranhamente silenciosas e serenas. Olhei novamente o céu e agora a lua sobressaiu-se sobre as nuvens e estava lá, amarelinha , redondinha, linda, provocando suspiros em tantos.
Estou em paz comigo. Até o baloiçar das folhas do coqueiro sempre discreto e brilhante não ofuscou a minha tranqüilidade. É tão gostosa esta sensação de paz de espírito, sem paixões ...21/05/97 20:06:18
Hora e pouco se passaram, o vento agora está mais forte e açoita portas e galhos de árvores. Ele não sussurra. Há quanto tempo não chove mais e assim com a alma lavada, sigo a vida.
Procuro ouvir as vozes da natureza e elas nada falam. Busco ouvir meu coração e ele , distraído, não me dá ouvidos, busco entender meus sonhos, mas são viagens noturnas que me fazem ao acordar, trazer comigo as sensações nele vividas por todo o dia.
Busco nestas horas de serenidade, palavrinhas que possam expressar o que desejaria falar, mas somente chega a minha memória, o luar das noites de junho, os caminhos de trilha iluminados pela lua cheia, o som de músicas que traz enlevo a alma , aos sentimentos, aos desejos, as carícias.
22.05.97 22hs:04
Eu só. Eu admirando o horizonte infinito, a luz distante do avião que planava ao alto do céu matizado de um azul petróleo .
Olhei ao redor. Vi luzes, vi casas estranhamente silenciosas e serenas. Olhei novamente o céu e agora a lua sobressaiu-se sobre as nuvens e estava lá, amarelinha , redondinha, linda, provocando suspiros em tantos.
Estou em paz comigo. Até o baloiçar das folhas do coqueiro sempre discreto e brilhante não ofuscou a minha tranqüilidade. É tão gostosa esta sensação de paz de espírito, sem paixões ...21/05/97 20:06:18
Hora e pouco se passaram, o vento agora está mais forte e açoita portas e galhos de árvores. Ele não sussurra. Há quanto tempo não chove mais e assim com a alma lavada, sigo a vida.
Procuro ouvir as vozes da natureza e elas nada falam. Busco ouvir meu coração e ele , distraído, não me dá ouvidos, busco entender meus sonhos, mas são viagens noturnas que me fazem ao acordar, trazer comigo as sensações nele vividas por todo o dia.
Busco nestas horas de serenidade, palavrinhas que possam expressar o que desejaria falar, mas somente chega a minha memória, o luar das noites de junho, os caminhos de trilha iluminados pela lua cheia, o som de músicas que traz enlevo a alma , aos sentimentos, aos desejos, as carícias.
22.05.97 22hs:04
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